pequenos escritores

O meu guarda-chuva

Eu estava em casa e vi que estava chuva e então peguei no meu guarda-chuva e levei-o para a escola. Na escola a professora vi o meu guarda-chuva e então ela perguntou-me:
- Diogo Vieira empresta-me o teu guarda-chuva?
-Claro que sim - disse eu.
Então ela pegou nele e começou a dar aulas. A professora levou-o para a sala dos professores. Ai que desastre que eu tive! O professor Aresta tinha-o visto e então levou-o para mostrar ao 3º ano o mapa de Portugal. A D. Alexandrina também o tinha visto e então levou-o para o seu escritório.
A minha professora disse-me para eu ir tirar fotocópias e eu finalmente encontrei o meu guarda-chuva.
-Ufa! A minha mãe não pode imaginar que eu andei sem o meu guarda-chuva o dia inteiro!

Diogo Vieira



 O Medo

O Pedro tem
medo
do arvoredo.

O Luis tem
medo
do giz Catrapiz.

A Carlota tem
medo
da torta.

O João tem
medo
do pão.

E  aqui
acaba
a história
do medo cri-cri.

António



 

A casa do duende


 Na floresta mágica vivia um duende chamado Júlio. O Júlio morava no tronco oco de uma árvores antoga. A sua casa era muito grande e bonita. Tinha uma enorme cozinha onde fazia os seus doces com a ajuda do fogão, tinha também uma mesa com duas cadeiras.

Para descansar tinha um belo quarto com uma cama feita de paus e dois pirilampos a servir de candeeiro. Cobria-se com uma manta de pebas coloridas para não sentir frio.

Tinha uma sala onde fazia as festas com os seus amigos e viam televisão sentados no seu sofá de folhas de árvores.

O Júlio alimentava-se de sopa de raízes, cogumelos e fruta. Vestia calças, camisola ecolete de cor azul, usava chapéu e calçava botas.

Era um duende muito feliz!


Sara (Janeiro de 2013)




A selva

A selva, casa dos animais,
com ela muito se aprende.
Não preciso ler nos jornais,
o que pela terra, ela se estende.

Marco



O amor

É carinho e solidão,
é ternura e paixão.
É o amor que está no ar.
No ar, ele voa sem parar.

No ar ali vai ele a cantar
sem descansar.
Se queres ser feliz
tens de te apaixonar.
É o amor que está no ar.

O amor está a voar, é felicidade
é o amor que vai ser a caridade.

É o amor que vai ser a felicidade.

Leonor Nogueira

 O POEMA DO ANTÓNIO FOI SELECIONADO PARA O CONCURSO "FAÇAM LÁ UM POEMA!" POR ISSO NÃO PODE SER PUBLICADO ATÉ SAÍREM OS RESULTADOS. PARABÉNS!


António
  A biblioteca
A biblioteca é uma amiga onde há
livros de todas as cores,
não são uns amores?
Como um canário
no meu infantário.
É tão bom ler, para aprender.
É a aprender, ver e conhecer
que nos põe a pensar.
Como os meus livros tão lindinhos.
E tão bonitinhos como pintainhos.
É tanta imaginação
a viajar como um avião.
André Cunha
 A bola
A minha bola
levo sempre à escola,
os meus amigos chutam-na
o que é uma alegria
quando a chutam.
Quando toca levo a bola
O que é uma tristeza.
Depois toca para ir
Para fora outra vez
que gostam da bola
que jogamos contra
outros colegas
e ganhamos
sempre e,
depois toca
e vamos
trabalhar
com a professora.
João Pedro
  Os livros
Os livros são tão amigos como ninguém
Têm tudo o que queremos
E animam quando estamos trsites.
Vistes como gostamos deles
E sabes porque é que gostamos tantos deles?
A resposta é a amizade que sentimos
Quando as suas histórias ouvimos.
Um livro amigo para ler todos os dias
Nas cozinhas é o livro de receitas
Feitas de arroz, massas, etc.
Já viram como podemos
usá-los de tantas formas
E os livros são nossos amigos.
Beatriz
  As flores
As flores são como mil amores
Nas flores tinha paixão
Entre rosas a mais bonita
Só tu eras a minha inspiração
As flores são vapores
Quando vou aos Açores...
Desaparecem em mil cores...
José Pedro
  O amor
O amor é um sentimento
Que às vezes provoca dor
Tristeza, zanga ou raiva.
Podemos não só sentir alegria
mas também felicidade.
Quando me dizem
Que sentem amor por mim
Eu sinto-me feliz
Pois tenho quem me ame
E quem lute por mim.
Posso amar alguém
De maneiras diferentes
Mas no meu coração
Todas elas estão presentes.
Sara
  Futebol
Eu quero ser jogador
De um fantástico futebol,
Também quero ser tradutor
Mas gosto mais de correr ao sol.
Esteja sol ou a chover,
Eu quero jogar,
Multidões quero mover
Para toda a gente me admirar!
João Filipe
  O meu jardim
O mundo lá fora
É como um jardim.
Onde cresce sem demora
Todo o amor que há em mim.
Sou uma pequena flor do mundo
Na minha morada plantada.
Espero que neste jardim profundo
Eu seja por muitos amada.
Andreia
  Por cada jogo que vencer,
um livro vou receber.
Quantos mais jogos ganhar,
mais os meus conhecimentos vou aumentar.
Leandro Mota
  O Diogo chega a casa
E pergunta à mãe:
- Mãe o que é que rima com Diogo?
E a mãe responde:
- Fogo, ovo, jogo!
Eu gosto de ir para a escola,
Porque vou aprender.
E levo na minha sacola,
O lanche que vou comer.
No recreio como tudo,
Como tudo até ao fim.
Quando chego a minha casa,
Brinco com o meu irmão Martim.
No lanche da tarde,
Eu comi um pudim.
Quando cheguei a casa
Fui dizer ao Martim.
Diogo Vieira
  O poema das flores
A rosa é a flor
principal do meu jardim
Vermelha como a cor do meu coração
a brotar no meu jardim.
Rafaela
  A chuva cai
No jardim da mãe
Gotas grandes e frias
Cobrem o verde do Jardim.
Alexandre

 A vida é um sacana,
Há sempre perigo,
Mas isso não é cá comigo.
Eu não tenho medo de nada,
Só tenho medo das abelhas,
Que me picam nas orelhas.
A vida é mesmo assim,
Eu conheço o Martim,
Que tem gesso no braço,
Ele teve cá um estardalhaço...

Nelson


O Outono

No outono caem as folhas.
As árvores ficam despidas.
O frio começa  apertar
Porque o vento anda no ar.

No outono cheira a fumo.
As castanhas estão a assar.
Fazemos o magusto na escola
Todos os meninos vão provar.

Gabriela

 Bem-vindos à nossa biblioteca!
Vamos pesquisar,
Brincar com os jogos,
ler livros interessantes
Obras de arte
Tesouros escondidos.
Escrever poemas
Consultar enciclopédias.

Assim, descobrimos a fantasia
Escolhe livros à tua vontade
Saboreia o romance...
Constrói o teu mundo.
O prazer de ler é muito bom.
Aproveito bem a riqueza
que a nossa biblioteca tem.

Henrique

 O outono

Folhas a cair,
Verão a fugur,
Pássaros cantam,
Outono a sorrir.

Castanhas a chegar,
Está um frio de rachar!
Está o inverno a chegar,
Ea lareira a estalar.

A neve cai na serra
Pelo inverno não espera,
Chuva e vento todo o dia
Mas o verão é que eu queria!

Ana Rita

Parabéns, Andreia!

Carta escrita à biblioteca
22/10/2012


O mundo da língua portuguesa

 Era uma vez um mundo especial onde os habitantes eram letras do alfabeto. As suas casas eram os livros. Usavam os lápis para viajar. O trabalho dos adultos era fazer dicionários e as crianças iam para a escola. Quando lá chegavam entravam sempre por ordem alfabética. Vestiam-se com os sinais de pontuação. Todos os habitantes falavam sempre a rimar. O prato típico era borracha assada com aguças.

Texto coletivo realizado pelos alunos do 2º A


História Alfabética

Andava Benedita cantanto, dançando e estava feliz e a gritar. Haviam uma iguana e um jacaré, o Ken e a Lita que faziam o mesmo! Ninguém observou a prancha quando resolveram saltar tanto que partiram uma velha prancha de windsurf. Ouviram o xilofone, fizeram yoga e adormeceram: z, z, z,...

 Texto coletivo produzido pelo 2º A em fevereiro de 2012



PARABÉNS! A Visão Júnior selecionou uma história criada pela nossa turma para publicar na edição de abril de 2012.


http://visao.sapo.pt/xavier-e-o-chapeu-voador=f659199




A bebé Matilde


Era uma vez uma família que vivia numa casa muito grande e muito bonita. Essa família era composta pelo pai Filipe, a mãe Susana e a filha Ana Isabel.
Após um ano de viverem nessa casa, os pais deram à Ana Isabel uma grande novidade, em breve iriam ter uma companhia, a mãe estava à espera de um bebé.
A Ana ficou muito contente e pouco tempo depois souberam que seria uma menina, iria chamar-se Matilde.
A Matilde nasceu no passado dia 16 de março com 3, 445 quilogramas e media 48,5 centímetros. A Matilde é muito pequenina, bonita e fofinha. A Ana diz que a Matilde foi o melhor presente que teve!

Agora vivem os quatro muito felizes!

Ana Isabel Lucas Oliveira



 O monstro do meu quarto


No armário do meu quarto é onde está a minha roupa. Um dia, quando estava a dormir acordei por causa de um barulho que vonha do meu armário mas adormeci outra vez. Depois, fez outra vez um barulho, agora mais forte, mas não acordei porque estava a dormir profundamente. A seguir bateu outra vez ainda com mais força e do armário saíu um monstro verde, feio e gordo que veio atrás de mim e eu gritei: - Mãe! Ajuda-me!!! Mas a minha mãe estava a dormir. De seguida eu fui a correr para o terraço e quando cheguei lá parei e disse; -Pára monstro e acalma-te. Quero ser teu amigo. E o monstro perguntou admirado: - Queres ser meu amigo? - Sim - respondi eu. A partir daí ficámos grandes amigos e ainda hoje brincamos às escondidas.

António Manuel Ribeiro Narciso, 20/04/2012

23 comentários:

  1. adorei todos os poemas e textos e a minha mae tambem gostou a Matilde soudades tuas

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  2. todos com tanto talento para os poemas
    vão ser poetas

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  3. A carta da Andreia para a Biblioteca está fantástica.

    André Cunha

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  4. Gostei do texto "o guarda-chuva" do Diogo Vieira.
    PARABÉNS!!!

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  5. O texto do Diogo Vieira está espetacular!!!

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. PARABÉNS Diogo Vieira o teu texto está espetacular

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  8. todos os textos estão maravilhosos e feliz páscoa a todos

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  9. O 4º ano está quase a terminar e estes meninos vão ter muitas saudades deste 1º ciclo! Sem dúvida que a Professora e a Escola tornaram os últimos anos inesquecíveis.

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  10. A minha mãe tem total razão....nunca mais vou esquecer estes últimos quatro anos!

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